Vacina (TEXTO RUIM)


Queremos a vacina,
Como a cocaína
Que alimenta o viciado.

Sussurra-se às ruas
Vende-se em becos
Morre-se em brados.

Os que vivem, 
Lutam. 

Entre alienar para sobreviver
E sobreviver para alienar.
Desta vez, não é possível esquecer.
Não é possível respirar.

Nascemos vacinados,
Às dores que nos rodeiam
Aos dias que nos perseguem
E às frustrações entaladas.

O sol na pele 
O vento no rosto.
Com vacina ou sem vacina.

O vício nos persegue
Reprimido, em desejos distantes.

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